Cidades Inteligentes e o futuro

Cidades Inteligentes: mais do que cidades que pensam, cidades que pensam nas pessoas

A cidade de um futuro que já começou

No século 20, a ideia de Cidades Inteligentes parecia ficção científica, onde a utilização de tecnologias e a automação de quase tudo tornariam as cidades automatizadas em benefício do cidadão comum que nela viveria.

A partir do século 21, o avanço tecnológico tem sido exponencial a cada ano. As mais diversas inovações em conectividade têm permitido a realização de um cenário possível de cidade inteligente, sustentável e fortemente apoiada em tecnologias de mobilidade e acesso a dados que eram improváveis anos atrás. 

Em uma prefeitura moderna já são possíveis os seguintes cenários de automação de serviços das cidades:

  • As paradas de passageiros avisam ao usuário o tempo de chegada e condições de ocupação de cada ônibus ou VLT que se destinam ao ponto onde ele se encontra.
  • As lixeiras “avisam” a prefeitura quando os resíduos ocupam 70% da capacidade e, assim, reduzem a frequência da coleta.
  • Os postes inteligentes dão acesso contínuo à internet e medem a umidade, a temperatura, a qualidade do ar e a poluição sonora.
  • Os semáforos e câmeras coletam informações sobre o fluxo de veículos e permitem que os orgãos de trânsito tome decisões mais rápidas para gerenciar problemas.
  • Os sensores em vagas de estacionamento monitoram os lugares disponíveis e avisam os motoristas quais são os locais onde é mais fácil estacionar.

Mais do que uso intenso de tecnologia, o foco da Cidade Inteligente permite que o cidadão fique no centro das ações e que coopere diretamente com o gestor público na administração dos bens, serviços e espaços da cidade.

É a inteligência urbana. É a cidade que pensa nas pessoas.

Assista o Vídeo-Manifesto sobre Inteligência Urbana clicando aqui

 

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