A Internet das Coisas na vida urbana

Uma nova fase no dia a dia das cidades - a Internet das Coisas se integra ao cenário da vida urbana. Agora não só computadores e dispositivos móveis estarão interligados, mas potencialmente todos os sistemas e objetos da cidade falarão entre si e com as pessoas. Até 2020, o Gartner prevê a existência de 30 bilhões de dispositivos associados a endereços IP únicos.

Um mundo onde tudo fala com tudo

 

No cenário urbano moderno não haverá limites para a conectividade  entre objetos, dispositivos, locais, utensílios  e mesmo animais e plantas que integram a cidade. Tais “coisas” se comunicam por meio de sensores conectados a internet. O conceito de IOT (IOT – Internet of Things, ou Internet das Coisas) abriga tecnologias como RFID (identificação por radiofrequência), NFC (Near Field Communication), QR Code (leitura de código por meio de dispositivo móvel) e M2M (Machine to Machine) e de redes (IP e celular 3G e 4G).

A ideia de conectar objetos é discutida desde 1991, quando a conexão TCP/IP e a Internet que conhecemos hoje começou a se popularizar. Bill Joy, cofundador da Sun Microsystems, pensou sobre a conexão de Device para Device (D2D), tipo de ligação que faz parte de um conceito maior, o de “várias webs”.

Em 1999, Kevin Ashton do MIT propôs o termo “Internet das Coisas” e dez anos depois escreveu o artigo “A Coisa da Internet das Coisas” para o RFID Journal. De acordo com o especialista, a rede oferecia, na época, 50 Pentabytes de dados acumulados em gravações, registros e reprodução de imagens.

Saiba mais – Texto PDF sobre Internet das Coisas (Formato de Gibi)  

Saiba mais – Vídeo sobre Internet das Coisas pelo NIC.BR (Youtube)

Saiba mais – Post de Silvio Meira sobre o tema Internet das Coisas

Para saber mais:

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